Oh, céus, o que a Riofilme fez de errado neste mundo para apanhar tanto? (III)
Ninguém entendeu nada até agora?
Tá, vamos explicar melhor:
From: Luiz Fernando TarantoSent: segunda-feira, 2 de novembro de 2009 10:41
Subject: CNCdialogo Resumo 1919
Impedir ação corsária na Riofilme
A LICITAÇÃO ESTÁ MARCADA PARA O DIA 11 DE NOVEMBRO. TEMOS QUE AGIR RÁPIDO.
Juntam-se os governos federal, estadual e municipal para fazer investimento no audio-visual. Formam um fundo de 30 milhões de reais, dinheiro para ninguém colocar defeito. Existe uma empresa, a Riofilme que pode estabelecer formas gerenciais em parceria com instituições financeiras , várias, para produzir filmes e fazer o bolo crescer. Ao invés de organizar uma forma de gerenciamento dos projetos à semelhança do BNDES ou da ANCINE resolvem licitar uma corretora de valores e ao invés de receber pelo dinheiro investido, PAGAM.
Único na hisitória, a corretora não tem com o que se preocupar: bom investimento ou mal investimento, faça chuva, faça sol, ELA SE REMUNERA. E mais: a cláusula que estabelece valores ("Será de até 3,5% ao ano sobre o patrimônio líquido do fundo, podendo ser estabelecido um valor anual mínimo.") estabelece um valor mínimo que não é definido no momento da licitação mais a bel prazer dependendo de quem será o vencedor.Tá tudo errado. Isto está mais parecido com um cartório do que um fundo de gestão que corre todos os riscos da captação no mercado e aí é justo que se remunere. Em nosso caso são recursos que já existem, a corretora não terá risco algum de captação e o que vier a mais aerá muito bem vindo e o que vier a menos o Estado cobre. Assim eu também quero ser capitalista.
Abaixo vai o ponto X do nó no edital da licitação:
11 - FORMAS DE REMUNERAÇÃO
11.1 A vencedora deste Concurso contará com a seguinte forma de remuneração:
11.1.1 Taxa de Administração
Será de até 3,5% ao ano sobre o patrimônio líquido do fundo, podendo ser estabelecido um valor anual mínimo.
A licitação correta que atende nossos interesses é exatamente o oposto do que está sendo feita:. Deve ser uma licitação na qual a empresa vencedora seja a que ofereça maior garantia de solidez, melhor projeto de investimento em filmes e assegure a maior rentabilidade. Quem tem que receber garantias somos nós (os donos do dinheiro), não eles, mero aplicadores. O lucro, aí sim será revertido para projetos de formação de profissionais e público e filmes culturais.
Não devemos esquecer a vocação sócio-cultural da Riofilme, empresa criada quando o govêrno Collor destruiu a Embrafilme e no vácuo, vereadores como Mauricio Azedo, Francisco Milani e Ruça, aliados ao prefeito Marcello Allencar, criaram a Riofilme
**************************************************************************************************************
E agora? O que fazer contra mais esta picaretagem contra o cinema brasileiro, cometida quase na encolha?
Protesto não adianta.
Mobilizar as entidades ligadas ao cinema - especialmente as mais interessadas, tipo ABD Nacional, ABRACI etc. - também não: elas estão com a ilusão tão forte de estar "assim com os home" (isto é, íntimas do poder) que não farão nada para contestá-lo.
Resta o Ministério Público. Quem se habilita a entrar com pedido de investigação?
08 novembro, 2009
Oh, céus, o que a Riofilme fez de errado neste mundo para apanhar tanto? (II)
De e-mail de Arnaldo Carrilho (ex-presidente da Riofilme, afastado por conta de um enfarte, causado pelos desmando de Cesar Mala) para a mesma lista, em 8 de novembro:
"Walter Benjamin escreveu que o cinema é uma forma de arte que enfrenta o perigo, ameaçado por salteadores à beira da estrada, sua vida sempre por um fio. No caso presente, o inimigo não mais se esconde; é máscara que se descola sem que a toquemos. Aparece-nos logo a face cruel, crudelíssima, a da assimilação pelo Poder Público do que não é de maneira alguma público e comum: as práticas vorazes do neocapitalismo.
A Riofilme foi sendo aos poucos destruída pela "classe", i.e., os que detinham força política para não aceitar qualquer forma de regulação. As folgas desta não eram defeitos da legislação, mas oportunidades que a maioria não quis compreender, pois a distribuidora podia adaptar-se,
caso-por-caso, a cada caso.
Para início de conversa, a "classe" ia ao gabinete do Secretário da(s) Cultura(s), senão ao do Prefeito, para sabotar a magna tarefa da empresa municipal: a distribuição, ou seja, os atos de comércio atacadista do setor audiovisual. Ato de burrice extrema, de vez que, assim sendo, se beneficiava uns poucos, poria por terra qualquer tentativa de programadas co-produções, finalizações, comercializações e lançamentos.
Apesar de sua Lei, simples e direta, contemplando os espectros municipal, estadual, nacional e internacional, havia algo que incomodava as "lideranças", que preferiam acacianamente os "fomentos" às "distribuições". Em outras palavras: as DOAÇÕES de gaita do Erário Municipal, de mão-beijada, como se a Teta das rubricas orçamentárias fossem sugadas na base do ninguém-tasca. A cobiça e a avidez eram tão visíveis, que achei melhor pedir minha demissão (junho de 2003) e partir para bem longe do Rio e do País, o que representou um tremendo alívio para as ratazanas do Cinema Brasileiro.
Para mim, então, representou uma profunda catarse, porque, faz 48 anos, sou homem do CB que o trata com o carinho e a delicadeza que merece, como uma flor em broto. Ou seja, como arte, num País como o nosso obrigatoriamente indutora de conscientização, nunca de alienação.
A tal corretora é o Dragão da Maldade destes tempos de mutação antropológica homologada: os filmes inspirados, de maior ou menor grandeza, serão os Santos Guerreiros que lancetarão o monstro. É obra de paciência, de ver para crer!
Abraços compungidos e solidários à Classe do abaixo-firmado
Arnaldo C. -, juntando-me às condolências de todos pelo desaparecimento do Anselmo."
De e-mail de Arnaldo Carrilho (ex-presidente da Riofilme, afastado por conta de um enfarte, causado pelos desmando de Cesar Mala) para a mesma lista, em 8 de novembro:
"Walter Benjamin escreveu que o cinema é uma forma de arte que enfrenta o perigo, ameaçado por salteadores à beira da estrada, sua vida sempre por um fio. No caso presente, o inimigo não mais se esconde; é máscara que se descola sem que a toquemos. Aparece-nos logo a face cruel, crudelíssima, a da assimilação pelo Poder Público do que não é de maneira alguma público e comum: as práticas vorazes do neocapitalismo.
A Riofilme foi sendo aos poucos destruída pela "classe", i.e., os que detinham força política para não aceitar qualquer forma de regulação. As folgas desta não eram defeitos da legislação, mas oportunidades que a maioria não quis compreender, pois a distribuidora podia adaptar-se,
caso-por-caso, a cada caso.
Para início de conversa, a "classe" ia ao gabinete do Secretário da(s) Cultura(s), senão ao do Prefeito, para sabotar a magna tarefa da empresa municipal: a distribuição, ou seja, os atos de comércio atacadista do setor audiovisual. Ato de burrice extrema, de vez que, assim sendo, se beneficiava uns poucos, poria por terra qualquer tentativa de programadas co-produções, finalizações, comercializações e lançamentos.
Apesar de sua Lei, simples e direta, contemplando os espectros municipal, estadual, nacional e internacional, havia algo que incomodava as "lideranças", que preferiam acacianamente os "fomentos" às "distribuições". Em outras palavras: as DOAÇÕES de gaita do Erário Municipal, de mão-beijada, como se a Teta das rubricas orçamentárias fossem sugadas na base do ninguém-tasca. A cobiça e a avidez eram tão visíveis, que achei melhor pedir minha demissão (junho de 2003) e partir para bem longe do Rio e do País, o que representou um tremendo alívio para as ratazanas do Cinema Brasileiro.
Para mim, então, representou uma profunda catarse, porque, faz 48 anos, sou homem do CB que o trata com o carinho e a delicadeza que merece, como uma flor em broto. Ou seja, como arte, num País como o nosso obrigatoriamente indutora de conscientização, nunca de alienação.
A tal corretora é o Dragão da Maldade destes tempos de mutação antropológica homologada: os filmes inspirados, de maior ou menor grandeza, serão os Santos Guerreiros que lancetarão o monstro. É obra de paciência, de ver para crer!
Abraços compungidos e solidários à Classe do abaixo-firmado
Arnaldo C. -, juntando-me às condolências de todos pelo desaparecimento do Anselmo."
Oh, ceús, o que a Riofilme fez de errado neste mundo para apanhar tanto?
De e-mail de Sílvio Tendler Silvio Tendler <http://br.mc577.mail.yahoo.com/mc/compose?to=caliban@caliban.com.br> de 8 de novembro, para a lista CINEMABRASIL:
"Hoje a Riofilme começa a sair da vida para entrar ne História. Amanhã segunda-feira, 13, serão abertos os envelopes que darão inicio a seleção da corretora de valores que administrará o "Funcine"da Riofilme ( o maior cartório que nunca tinha acontecido antes na história desse país): Pega-se dinheiro público, repassa-de para uma corretora privada que recebrá uma alta taxa de administração e todas as garantias que não terá prejuizos, monta-se um comitê gestor sem discutir com as entidades dos que fazem cinema e zás,o governo municipal se livra de um abacaxi e nós apenas tomamos conhecimento por esse rápido obituário. De tanto tomar porrada, estamos anestesiados à dor.
Bem , se a campanha "das Diretas" levou milhöes às ruas, a "privatização da Vale" foram uns poucos mil e agora a protestar em defesa da Riofilme fomos uns poucos, cinco ou seis. Esta indiferença toda significa que a Riofilme não sentou raízes familiares entre nós. É como uma tia distante que vai embora e a gente pensa: 'que descanse em paz'.
Mas esta jovem, Tinha aparência de velha, como tudo que é público no Brasil de hoje, mas não passou dos 17, 18 anos. Era jovem e forte, estava em coma por conta do tratamento recebido ao longo desses anos e foi fundamental na preservação de nossa auto-estima nos tempos de vacas magras. Produziu e apoiou filmes importantes, deu alento. Durante um tempo, virou mesmo meca e alento para os cineastas paulistas que citavam como exemplo: 'Rio tem...' E vinham cá buscar grana para produzir ou apoio para lançar seus filmes. Os ingratos, agora, não enviam nem telegrama de pesar. A vida é assim mesmo.
Falo de sua juventude, não para celebrar o passado mas para sinalizar o futuro. Daqui a quatro anos e por uns dois anos seguidos, o Rio será uma festa: Seremos uma das sedes da Copa do Mundo e daqui a seis, sede das olimpíadas. Nós artistas devemos entrar em campo nesta festa, não com nossos aplausos passivos mas com nossas obras que revelem, discutam, proponham o mundo no qual queremos viver.
Entreguemos o mercado aos mercadores. Nos ocupemos do cinema, não enquanto negócio, mas enquanto arte, enquanto expressão de um povo e de uma sociedade. Ë neste sentido que a Riofilme ressucitada ainda terá um papel como um rio firme que navega nas águas serenas das idéias e da criação artística e não num rio bravo do bom negócio rápido e do lucro fácil. O mundo pertence aos criadores e não aos predadores.
Bom domingo a todos
Silvio Tendler"
De e-mail de Sílvio Tendler Silvio Tendler <http://br.mc577.mail.yahoo.com/mc/compose?to=caliban@caliban.com.br> de 8 de novembro, para a lista CINEMABRASIL:
"Hoje a Riofilme começa a sair da vida para entrar ne História. Amanhã segunda-feira, 13, serão abertos os envelopes que darão inicio a seleção da corretora de valores que administrará o "Funcine"da Riofilme ( o maior cartório que nunca tinha acontecido antes na história desse país): Pega-se dinheiro público, repassa-de para uma corretora privada que recebrá uma alta taxa de administração e todas as garantias que não terá prejuizos, monta-se um comitê gestor sem discutir com as entidades dos que fazem cinema e zás,o governo municipal se livra de um abacaxi e nós apenas tomamos conhecimento por esse rápido obituário. De tanto tomar porrada, estamos anestesiados à dor.
Bem , se a campanha "das Diretas" levou milhöes às ruas, a "privatização da Vale" foram uns poucos mil e agora a protestar em defesa da Riofilme fomos uns poucos, cinco ou seis. Esta indiferença toda significa que a Riofilme não sentou raízes familiares entre nós. É como uma tia distante que vai embora e a gente pensa: 'que descanse em paz'.
Mas esta jovem, Tinha aparência de velha, como tudo que é público no Brasil de hoje, mas não passou dos 17, 18 anos. Era jovem e forte, estava em coma por conta do tratamento recebido ao longo desses anos e foi fundamental na preservação de nossa auto-estima nos tempos de vacas magras. Produziu e apoiou filmes importantes, deu alento. Durante um tempo, virou mesmo meca e alento para os cineastas paulistas que citavam como exemplo: 'Rio tem...' E vinham cá buscar grana para produzir ou apoio para lançar seus filmes. Os ingratos, agora, não enviam nem telegrama de pesar. A vida é assim mesmo.
Falo de sua juventude, não para celebrar o passado mas para sinalizar o futuro. Daqui a quatro anos e por uns dois anos seguidos, o Rio será uma festa: Seremos uma das sedes da Copa do Mundo e daqui a seis, sede das olimpíadas. Nós artistas devemos entrar em campo nesta festa, não com nossos aplausos passivos mas com nossas obras que revelem, discutam, proponham o mundo no qual queremos viver.
Entreguemos o mercado aos mercadores. Nos ocupemos do cinema, não enquanto negócio, mas enquanto arte, enquanto expressão de um povo e de uma sociedade. Ë neste sentido que a Riofilme ressucitada ainda terá um papel como um rio firme que navega nas águas serenas das idéias e da criação artística e não num rio bravo do bom negócio rápido e do lucro fácil. O mundo pertence aos criadores e não aos predadores.
Bom domingo a todos
Silvio Tendler"
13 outubro, 2009
CONSULTA PÚBLICA MEC 3- CURSOS DE CINEMA
Ah, sim, já que supunhetamos no assunto:
Lembram-se de uma proposta do então secretário do Audiovisual, Orlando Senna, para a criação de cursos de Licenciatura em Cinema e Audiovisual, para formação de professores desta área para o ensino médio?
ONDE FOI PARAR ESTA PROPOSTA?
Ah, sim, já que supunhetamos no assunto:
Lembram-se de uma proposta do então secretário do Audiovisual, Orlando Senna, para a criação de cursos de Licenciatura em Cinema e Audiovisual, para formação de professores desta área para o ensino médio?
ONDE FOI PARAR ESTA PROPOSTA?
CONSULTA PÚBLICA MEC - CURSOS DE CINEMA
Consulta pública
Apresentação <http://portal. mec.gov.br/ index.php? option=com_ content&view=article&id=13812&Itemid=995>
Notícias <http://portal. mec.gov.br/ index.php? option=com_ content&view=article&id=13950&Itemid=996>
Para contribuir com a avaliação, a regulação e a supervisão dos cursos de graduação (bacharelado e licenciatura) , com desdobramentos para a mobilidade e empregabilidade dos egressos desses cursos, a Secretaria da Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação desenvolve, por meio do Projeto Referenciais Nacionais dos Cursos de Graduação, uma sistemática de trabalho participativo com a comunidade acadêmica e os demais segmentos interessados, que resulte em um Referencial Nacional desses cursos.
Esse instrumento deverá constituir-se em referência para o aprimoramento dos projetos pedagógicos, para orientar estudantes nas escolhas profissionais e para facilitar a mobilidade interinstitucional, assim como propiciar aos setores de recursos humanos das empresas, órgãos públicos e do terceiro setor maior clareza na identificação da formação necessária aos seus quadros de pessoal.
Com esse mecanismo, a proposta é contribuir para organizar as ofertas de cursos superiores, uniformizando denominações para conteúdos e perfis similares, de modo a produzir convergências que facilitem a compreensão por todos os segmentos interessados na formação superior, sem inibir possibilidades de contemplar especificidades demandadas por regiões ou setores laborais do País.
Após a realização de um levantamento nos bancos de dados do Ministério da Educação, constatou-se a existência de denominações variadas para os cursos de graduação nas áreas de humanidades, artes e comunicação e ciências exatas e da terra. Com o auxílio de profissionais e pesquisadores que atuam nas áreas, foi realizado um estudo que resultou em uma proposta de nomenclatura que adapta as denominações atualmente existentes.
Realizado esse trabalho, a Consulta Pública tem como objetivo submeter ao conhecimento da sociedade os seguintes documentos:
1. Referencial <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ referencial_ consulta3. pdf> de curso. Acesse aqui <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ referencial_ humanidade. pdf> os referenciais dos cursos de ciências exatas e da terra, comunicação e artes, humanidades.
2. Convergência de denominação <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ denominacao_ consulta3. pdf> (de → para) das áreas:
• Ciências exatas e da terra <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ consulta_ exatas.pdf> ;
• Comunicação e artes <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ consulta_ artes.pdf> ;
• Humanidades <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ consulta_ humanidades. pdf> .
A convergência de denominação (de → para) apresenta o nome atual dos cursos e a sugestão de enquadramento na nomenclatura a ser adotada doravante. O referencial descreve sucintamente, para cada curso, o perfil do egresso, os temas abordados na formação, as áreas de atuação e a infraestrutura recomendada. A realização da Consulta Pública encerra o trabalho e busca a contribuição dos mais variados setores da sociedade. Portanto, as participações, sugestões, críticas são ferramentas valiosas para o aprofundamento do estudo.
É importante mencionar que, anualmente, os referenciais passarão por revisão em que poderão ser feitas novas contribuições e sugerida a inclusão de novos cursos ainda não contemplados e que poderão funcionar em regime experimental. Além disso, as denominações dos cursos em andamento permanecem as mesmas, e os alunos já matriculados serão graduados com a denominação do curso no momento do ingresso. As modificações propostas pelos referenciais passarão a vigorar apenas para os ingressantes em 2010.
A consulta pública dos referenciais dos cursos das áreas de Ciências Exatas e da Terra, Comunicação e Artes e Humanidades estará disponível até o dia 16 de outubro. Para participar da Consulta Pública acesse o formulário acesse o formulário <http://portal. mec.gov.br/ formularios/ sistema_integrad o/index.php/ formulario- contribuicoes- aos-referenciais -nacionais- de-graduacao- ciencias- biologicas- e-da-saude> .
Consulta pública
Apresentação <http://portal. mec.gov.br/ index.php? option=com_ content&view=article&id=13812&Itemid=995>
Notícias <http://portal. mec.gov.br/ index.php? option=com_ content&view=article&id=13950&Itemid=996>
Para contribuir com a avaliação, a regulação e a supervisão dos cursos de graduação (bacharelado e licenciatura) , com desdobramentos para a mobilidade e empregabilidade dos egressos desses cursos, a Secretaria da Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação desenvolve, por meio do Projeto Referenciais Nacionais dos Cursos de Graduação, uma sistemática de trabalho participativo com a comunidade acadêmica e os demais segmentos interessados, que resulte em um Referencial Nacional desses cursos.
Esse instrumento deverá constituir-se em referência para o aprimoramento dos projetos pedagógicos, para orientar estudantes nas escolhas profissionais e para facilitar a mobilidade interinstitucional, assim como propiciar aos setores de recursos humanos das empresas, órgãos públicos e do terceiro setor maior clareza na identificação da formação necessária aos seus quadros de pessoal.
Com esse mecanismo, a proposta é contribuir para organizar as ofertas de cursos superiores, uniformizando denominações para conteúdos e perfis similares, de modo a produzir convergências que facilitem a compreensão por todos os segmentos interessados na formação superior, sem inibir possibilidades de contemplar especificidades demandadas por regiões ou setores laborais do País.
Após a realização de um levantamento nos bancos de dados do Ministério da Educação, constatou-se a existência de denominações variadas para os cursos de graduação nas áreas de humanidades, artes e comunicação e ciências exatas e da terra. Com o auxílio de profissionais e pesquisadores que atuam nas áreas, foi realizado um estudo que resultou em uma proposta de nomenclatura que adapta as denominações atualmente existentes.
Realizado esse trabalho, a Consulta Pública tem como objetivo submeter ao conhecimento da sociedade os seguintes documentos:
1. Referencial <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ referencial_ consulta3. pdf> de curso. Acesse aqui <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ referencial_ humanidade. pdf> os referenciais dos cursos de ciências exatas e da terra, comunicação e artes, humanidades.
2. Convergência de denominação <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ denominacao_ consulta3. pdf> (de → para) das áreas:
• Ciências exatas e da terra <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ consulta_ exatas.pdf> ;
• Comunicação e artes <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ consulta_ artes.pdf> ;
• Humanidades <http://portal. mec.gov.br/ dmdocuments/ consulta_ humanidades. pdf> .
A convergência de denominação (de → para) apresenta o nome atual dos cursos e a sugestão de enquadramento na nomenclatura a ser adotada doravante. O referencial descreve sucintamente, para cada curso, o perfil do egresso, os temas abordados na formação, as áreas de atuação e a infraestrutura recomendada. A realização da Consulta Pública encerra o trabalho e busca a contribuição dos mais variados setores da sociedade. Portanto, as participações, sugestões, críticas são ferramentas valiosas para o aprofundamento do estudo.
É importante mencionar que, anualmente, os referenciais passarão por revisão em que poderão ser feitas novas contribuições e sugerida a inclusão de novos cursos ainda não contemplados e que poderão funcionar em regime experimental. Além disso, as denominações dos cursos em andamento permanecem as mesmas, e os alunos já matriculados serão graduados com a denominação do curso no momento do ingresso. As modificações propostas pelos referenciais passarão a vigorar apenas para os ingressantes em 2010.
A consulta pública dos referenciais dos cursos das áreas de Ciências Exatas e da Terra, Comunicação e Artes e Humanidades estará disponível até o dia 16 de outubro. Para participar da Consulta Pública acesse o formulário acesse o formulário <http://portal. mec.gov.br/ formularios/ sistema_integrad o/index.php/ formulario- contribuicoes- aos-referenciais -nacionais- de-graduacao- ciencias- biologicas- e-da-saude> .
CONSULTA PÚBLICA MEC - CURSOS DE CINEMA
Do site do Ministério da Educação:
Consulta pública
Cursos de graduação terão nomenclatura atualizada
Quinta-feira, 16 de julho de 2009 - 10:41
Os cursos de engenharia e de ciência biológicas e da saúde serão os primeiros a ter as denominações atualizadas. Os referenciais nacionais, documentos que atualizam a nomenclatura dos cursos, estão disponíveis para consulta pública.
O objetivo da iniciativa é uniformizar as denominações. Muitas vezes, cursos com conteúdos e perfis de formação semelhantes têm nomes diferentes. O documento final servirá de orientação às instituições de educação superior na elaboração dos projetos pedagógicos dos cursos e também aos estudantes no momento de escolha da profissão.
O diretor de regulação e supervisão da Secretaria de Educação Superior (Sesu), Paulo Wollinger, ressalta que os novos referenciais passarão a valer para as turmas que tiverem início em 2010. “Os alunos que já ingressaram em cursos que terão o nome atualizado receberão diploma com a nomenclatura atual”, disse. “O mesmo vale para quem já se formou. O diploma conterá o nome do curso à época em que o estudante se graduou.”
Após o período de consulta pública, os referenciais serão submetidos a revisão por uma comissão de especialistas. Só então serão aprovados. A versão final do documento está prevista para novembro.
A consulta pública dos referenciais dos cursos de ciências biológicas e da saúde estará disponível na internet para o recebimento de contribuições até 14 de agosto. No caso dos cursos de engenharia, as sugestões podem ser encaminhadas até o dia 05 de agosto.
Assessoria de Imprensa da Sesu
Clique aqui <http://portal. mec.gov.br/ index.php? option=com_ content&view=article&id=13812&Itemid=995> para saber mais sobre as consultas públicas.
Do site do Ministério da Educação:
Consulta pública
Cursos de graduação terão nomenclatura atualizada
Quinta-feira, 16 de julho de 2009 - 10:41
Os cursos de engenharia e de ciência biológicas e da saúde serão os primeiros a ter as denominações atualizadas. Os referenciais nacionais, documentos que atualizam a nomenclatura dos cursos, estão disponíveis para consulta pública.
O objetivo da iniciativa é uniformizar as denominações. Muitas vezes, cursos com conteúdos e perfis de formação semelhantes têm nomes diferentes. O documento final servirá de orientação às instituições de educação superior na elaboração dos projetos pedagógicos dos cursos e também aos estudantes no momento de escolha da profissão.
O diretor de regulação e supervisão da Secretaria de Educação Superior (Sesu), Paulo Wollinger, ressalta que os novos referenciais passarão a valer para as turmas que tiverem início em 2010. “Os alunos que já ingressaram em cursos que terão o nome atualizado receberão diploma com a nomenclatura atual”, disse. “O mesmo vale para quem já se formou. O diploma conterá o nome do curso à época em que o estudante se graduou.”
Após o período de consulta pública, os referenciais serão submetidos a revisão por uma comissão de especialistas. Só então serão aprovados. A versão final do documento está prevista para novembro.
A consulta pública dos referenciais dos cursos de ciências biológicas e da saúde estará disponível na internet para o recebimento de contribuições até 14 de agosto. No caso dos cursos de engenharia, as sugestões podem ser encaminhadas até o dia 05 de agosto.
Assessoria de Imprensa da Sesu
Clique aqui <http://portal. mec.gov.br/ index.php? option=com_ content&view=article&id=13812&Itemid=995> para saber mais sobre as consultas públicas.
15 setembro, 2008
NEM PETISTA, NEM PEDETISTA: APENAS DA CULTURA DE NITERÓI
Prezado sr. Jorge Roberto Silveira:
Este texto seria dirigido a todos os candidatos à prefeitura de Niterói. No entanto, prefiro me dirigir unicamente ao senhor por duas razões. Primeira, porque as pesquisas indicam que o senhor está na frente com larga vantagem, praticamente eleito. (Claro, falta combinar com o eleitor, mas isso é outro departamento...) Segundo, porque o senhor é um dos sujeitos nada ocultos deste texto. O outro chama-se Conselho Municipal de Cultura de Niterói.
Luiz Antonio Alves é conselheiro na área de Música deste Conselho, e Laura Basílio Zandonadi, a sua suplente. Mas foi como profissionais de música que foram a um encontro de músicos de Niterói com o senhor, lá no Clube Central, em Icaraí. Conversa vai, conversa vem com os músicos, Laura se identifica como membro do Conselho Municipal de Cultura de Niterói, e lhe perguntou a respeito deste. Oficialmente, o senhor preferiu não comentar nada sobre este assunto, ou seja, sobre a legitimidade do Conselho em seu mandato como prefeito. Mas de acordo com outros testemunhos de pessoas naquele momento, o senhor se vira e diz claramente para os dois: “Olha, sem o apoio da prefeitura, este tal conselho não vai adiante”.
Como nem sempre para o bom entendedor pingo é letra, surgiram várias interpretações a respeito de sua declaração. E as piores possíveis.
Uma versão ruim: se eleito, Jorge Roberto Silveira não reconheceria o CMC, por ser uma iniciativa implementada no governo do PT. Uma versão pior: Jorge Roberto poderia extinguir o CMC, pelo mesmo motivo. Uma versão pior ainda, nascida da presença em sua coligação do Democratas (DEMO, para os íntimos): Jorge Roberto Silveira poderia chamar quadros do DEMO para participar de sua futura administração – inclusive na área da cultura (Como é público e notório, o DEMO, por curiosa coincidência, governa atualmente uma Mui Leal e Sempre Heróica cidade do outro lado da Baía de Guanabara – e em sua administração, está simplesmente definhando a cultura daquela cidade. Sabia disso, senhor Jorge?)
Tudo isso, claro, são conjecturas. Mas antes que tais conjecturas tenham a possibilidade de se transformar em fatos, gostaria de falar ao senhor com sinceridade: em qualquer um destes possíveis casos, não faça isso não.
O fato de que a implementação do Conselho Municipal de Cultura de Niterói ter-se dado num governo petista (e, de certa forma, pedetista também, já que o PT entrou no governo municipal por força de aliança com o PDT para as eleições de 2000, lembra?) não pode ser motivo para a sua invalidação. Afinal, como o nome diz, o Conselho Municipal de Cultura é de Niterói, não do PT. E seu processo de formação pode ser descrito como um processo feito de duas formas: de cima para baixo e de baixo para cima. Não, Sr. Jorge, não estou fazendo confusão. Deixe que eu explico.
De cima para baixo porque o Conselho Municipal de Cultura de Niterói conta com a presença de membros do governo municipal em sua composição: dois da Secretaria de Cultura (inclusive o próprio secretário, membro nato), um da Secretaria Municipal de Educação, um daSecretaria Municipal de Meio Ambiente e um indicado pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara Municipal da cidade. Oficialmente, o processo começa com a promulgação da Lei 2489, em 27 de novembro de 2007. Ou seja, não é um órgão solto, anárquico e rebelde, mas um órgão institucional, instituído por Lei - e Lei não se desrespeita.
E de baixo para cima porque atende a uma demanda antiga de todos os que fazem cultura em Niterói: uma instância onde pudessem ter voz para propor idéias para a política cultural de Niterói. (Claro, o Sr. deve ter suas próprias idéias para a cultura em Niterói. Mas as idéias da sociedade não as anulam; pelo contrário, as complementam. E depois, como já dizia vovó, uma andorinha só não faz verão, nem pensa cultura sozinha.) Tanto que o Conselho Municipal de Cultura de Niterói conta com 11 conselheiros eleitos e seus suplentes pelos seguintes setores culturais de Niterói: Produtores Culturais; Instituições de Ensino Superior; Serviço de Radiodifusão; Setor Empresarial Cultural e dos Equipamentos Locais de Cultura; Movimentos Sociais; Artes Cênicas; Artes Plásticas; Cinema e Vídeo; Dança; Livro e Literatura; e Música. Ah, sim, estes conselheiros e suplentes não recebem remuneração alguma por sua participação (ou seja, nem sequer onera muito o erário público), nem propõem coisas nascidas unicamente de sua(s) cabeça(s): cada setor cultural tem uma câmara setorial, cujas reuniões são abertas e da qual participam todos os interessados em cada área. Todos mesmo: quem quiser aparecer para participar, pode vir, que ninguém vai exigir nenhuma carteirinha – nem mesmo de partido político.
Ou seja, é gente demais, de todos os setores culturais de Niterói, para ser ignorada e mandada lamber sabão só porque este conselho foi instalado em um governo de outro partido que não o seu.
Aliás, o senhor não disse em seu programa de campanha que o buraco da rua não é capitalista nem socialista, mas ele precisa ser tapado? Pois é. O Conselho Municipal de Cultura de Niterói não é do PT, não é do PDT, não é do DEMO, do sr. César Maialuco (graças a Deus!), nem do PRQP - Partido do Raio Que o Parta: é de todos os que fazem cultura em Niterói.
Pode até ser seu também, sr. Jorge Roberto Silveira. Por que não?
P.S.: Se o sr. quiser mais dados sobre este assunto, pode procurar o site provisório do Conselho Municipal de Cultura de Niterói (http://www.artejovem.org/conselho/), onde está o texto da lei, as diretrizes da I Conferência Municipal de Cultura e outras informações importantes. Também pode dar uma olhadinha nos blogs das Câmaras Setoriais de Música (http://www.camarademusicaniteroi.blogspot.com/), de Dança (http://www.camaradedancaniteroi.blogspot.com/), de Cinema e Vídeo (http://camarasetorialcinemaniteroi.blogspot.com/) e de Produtores Culturais (http://www.camaraprocult.blogspot.com/) do Conselho.
P.S. 2: os outros senhores candidato também podem fazer isso – até porque o que disse neste texto para o sr. Jorge Roberto Silveira serve para os srs. Também.
Prezado sr. Jorge Roberto Silveira:
Este texto seria dirigido a todos os candidatos à prefeitura de Niterói. No entanto, prefiro me dirigir unicamente ao senhor por duas razões. Primeira, porque as pesquisas indicam que o senhor está na frente com larga vantagem, praticamente eleito. (Claro, falta combinar com o eleitor, mas isso é outro departamento...) Segundo, porque o senhor é um dos sujeitos nada ocultos deste texto. O outro chama-se Conselho Municipal de Cultura de Niterói.
Luiz Antonio Alves é conselheiro na área de Música deste Conselho, e Laura Basílio Zandonadi, a sua suplente. Mas foi como profissionais de música que foram a um encontro de músicos de Niterói com o senhor, lá no Clube Central, em Icaraí. Conversa vai, conversa vem com os músicos, Laura se identifica como membro do Conselho Municipal de Cultura de Niterói, e lhe perguntou a respeito deste. Oficialmente, o senhor preferiu não comentar nada sobre este assunto, ou seja, sobre a legitimidade do Conselho em seu mandato como prefeito. Mas de acordo com outros testemunhos de pessoas naquele momento, o senhor se vira e diz claramente para os dois: “Olha, sem o apoio da prefeitura, este tal conselho não vai adiante”.
Como nem sempre para o bom entendedor pingo é letra, surgiram várias interpretações a respeito de sua declaração. E as piores possíveis.
Uma versão ruim: se eleito, Jorge Roberto Silveira não reconheceria o CMC, por ser uma iniciativa implementada no governo do PT. Uma versão pior: Jorge Roberto poderia extinguir o CMC, pelo mesmo motivo. Uma versão pior ainda, nascida da presença em sua coligação do Democratas (DEMO, para os íntimos): Jorge Roberto Silveira poderia chamar quadros do DEMO para participar de sua futura administração – inclusive na área da cultura (Como é público e notório, o DEMO, por curiosa coincidência, governa atualmente uma Mui Leal e Sempre Heróica cidade do outro lado da Baía de Guanabara – e em sua administração, está simplesmente definhando a cultura daquela cidade. Sabia disso, senhor Jorge?)
Tudo isso, claro, são conjecturas. Mas antes que tais conjecturas tenham a possibilidade de se transformar em fatos, gostaria de falar ao senhor com sinceridade: em qualquer um destes possíveis casos, não faça isso não.
O fato de que a implementação do Conselho Municipal de Cultura de Niterói ter-se dado num governo petista (e, de certa forma, pedetista também, já que o PT entrou no governo municipal por força de aliança com o PDT para as eleições de 2000, lembra?) não pode ser motivo para a sua invalidação. Afinal, como o nome diz, o Conselho Municipal de Cultura é de Niterói, não do PT. E seu processo de formação pode ser descrito como um processo feito de duas formas: de cima para baixo e de baixo para cima. Não, Sr. Jorge, não estou fazendo confusão. Deixe que eu explico.
De cima para baixo porque o Conselho Municipal de Cultura de Niterói conta com a presença de membros do governo municipal em sua composição: dois da Secretaria de Cultura (inclusive o próprio secretário, membro nato), um da Secretaria Municipal de Educação, um daSecretaria Municipal de Meio Ambiente e um indicado pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara Municipal da cidade. Oficialmente, o processo começa com a promulgação da Lei 2489, em 27 de novembro de 2007. Ou seja, não é um órgão solto, anárquico e rebelde, mas um órgão institucional, instituído por Lei - e Lei não se desrespeita.
E de baixo para cima porque atende a uma demanda antiga de todos os que fazem cultura em Niterói: uma instância onde pudessem ter voz para propor idéias para a política cultural de Niterói. (Claro, o Sr. deve ter suas próprias idéias para a cultura em Niterói. Mas as idéias da sociedade não as anulam; pelo contrário, as complementam. E depois, como já dizia vovó, uma andorinha só não faz verão, nem pensa cultura sozinha.) Tanto que o Conselho Municipal de Cultura de Niterói conta com 11 conselheiros eleitos e seus suplentes pelos seguintes setores culturais de Niterói: Produtores Culturais; Instituições de Ensino Superior; Serviço de Radiodifusão; Setor Empresarial Cultural e dos Equipamentos Locais de Cultura; Movimentos Sociais; Artes Cênicas; Artes Plásticas; Cinema e Vídeo; Dança; Livro e Literatura; e Música. Ah, sim, estes conselheiros e suplentes não recebem remuneração alguma por sua participação (ou seja, nem sequer onera muito o erário público), nem propõem coisas nascidas unicamente de sua(s) cabeça(s): cada setor cultural tem uma câmara setorial, cujas reuniões são abertas e da qual participam todos os interessados em cada área. Todos mesmo: quem quiser aparecer para participar, pode vir, que ninguém vai exigir nenhuma carteirinha – nem mesmo de partido político.
Ou seja, é gente demais, de todos os setores culturais de Niterói, para ser ignorada e mandada lamber sabão só porque este conselho foi instalado em um governo de outro partido que não o seu.
Aliás, o senhor não disse em seu programa de campanha que o buraco da rua não é capitalista nem socialista, mas ele precisa ser tapado? Pois é. O Conselho Municipal de Cultura de Niterói não é do PT, não é do PDT, não é do DEMO, do sr. César Maialuco (graças a Deus!), nem do PRQP - Partido do Raio Que o Parta: é de todos os que fazem cultura em Niterói.
Pode até ser seu também, sr. Jorge Roberto Silveira. Por que não?
P.S.: Se o sr. quiser mais dados sobre este assunto, pode procurar o site provisório do Conselho Municipal de Cultura de Niterói (http://www.artejovem.org/conselho/), onde está o texto da lei, as diretrizes da I Conferência Municipal de Cultura e outras informações importantes. Também pode dar uma olhadinha nos blogs das Câmaras Setoriais de Música (http://www.camarademusicaniteroi.blogspot.com/), de Dança (http://www.camaradedancaniteroi.blogspot.com/), de Cinema e Vídeo (http://camarasetorialcinemaniteroi.blogspot.com/) e de Produtores Culturais (http://www.camaraprocult.blogspot.com/) do Conselho.
P.S. 2: os outros senhores candidato também podem fazer isso – até porque o que disse neste texto para o sr. Jorge Roberto Silveira serve para os srs. Também.
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